terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Traduzindo o Baianês! - II

Chegou 2010. Então, como o verão já está aí com o sol  quente que nem a gota serena dos quintos dos infernos e  os turistas chegando, o Pilórdia resolveu "explicar" o dialeto Baianês como ele é "falado nas ruas" para facilitar o entendimento dos turistas com os nativos aqui da cidade do Salvador.

Lembrem-se que nossa querida Bahia é a terra da mistura de raças, cores e credos. Misturaê!

Especial Traduzindo o Baianês
capítulo II


Elevador Lacerda  e a Baía de Todos os Santos

Um  baiano cumprimentando o outro 

1. Colé, meu bródi!
2. Colé, miséra!
3. Colé, meu peixe!
4. Colé, men!
5. Diga aê, disgraça!
6. Digái, negão! (independente da cor do amigo)
7. E aí, viado! (independente da opção sexual do amigo)
8. E aê, meu rei? 
9. Ô, véi!
10. Diga, mô pai!
11. Êa!
12. Oi, amigo
13. Diga, fren (corruptela de friend)
14. E aí, papá? (dirigindo-se a homem)
15. Aí corrente, co de mesmo? (qual é a boa?)
16. Fala, boa vida! (como vai)
17. E aí, Mãe! (dirigindo-se a mulher)
18. Digaí seu porrinha
19. Fala, viadão!
20. Qual é a boa?

Todas valem! E tem muito mais!

Xero,

 
Fontes:
- Entreouvidos nas ruas, becos, bares, botecos e cacetes-armados;
- Dicionário de Baianês, de Nivaldo Lariú