quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Cirurgia plástica em mortos.

Muitas e muitas pessoas buscam durante toda a vida a fonte da eterna juventude: tornam-se íntimas de bisturis e seringas com a mesma facilidade com que trocam de roupa. Como se não bastasse a vida toda para tentar driblar as marcas inexoráveis do tempo, agora até mesmo depois da morte há gente que não abre mão da beleza.

De olho nessas pessoas viciadas na estética perfeita, a empresa americana Everest Funeral oferece um serviço para lá de mórbido e inusitado: cirurgia plástica em mortos!

"As pessoas costumavam dizer: Apenas me ponham em um caixão e me enterrem", disse Mark Duffey, diretor da companhia. "Agora isso está mudando. As pessoas agora querem ser lembradas. O enterro é o grande último evento delas e elas querem estar bem", acrescentou Duffey, ao jornal "Metro".


Entre os procedimentos que a Everest Funeral, que é baseada em Michigan e com muitos clientes em Beverly Hills, mais realiza estão: Botox para atenuar as rugas, turbinação de lábios e preenchimento de bochechas.
Normalmente, o funeral é totalmente programado, desde a definição pacífica da expressão facial (o que tem de ser feito antes do embalsamento) para apagar os traços da idade e de doenças até a utilização de cera, malhas ou até mesmo super cola no caso de ossos quebrados e a recriação do estilo do falecido, com o tratamento dos cabelos, unhas e maquiagem.
Como esse tipo de trabalho não é comum, já começa a render muita polêmica. Alguns cemitérios e crematórios exigem a retirada das próteses e demais “acessórios”.
“Quer seja silicone nos seios, bíceps ou bochechas, nós pedimos que tirem, pois eles podem explodir, como pequenas bombas”, declarou Aida Bobadilla, gestora do Los Angeles Odd Fellows.

morbidez via pagenotfound e buteconanet