Artigo escrito por Andres Viriato (*)
O lançamento do Sputinik pelos russos, no dia 4 de outubro de 1957, representa mais do que o start up da corrida espacial, cuja façanha maior, até agora, foi a chegada do homem à lua. O que pouco se comentou foi justamente a largada para uma avançada tecnologia de ponta, que beneficiou, principalmente, os meios de comunicação. Tendo como grande estrela o mestre Bill Gates, a era da informática trouxe verdadeira revolução, via engenharia aeronáutica, a todos os setores da ciência, como por exemplo a medicina, com suas tomografias e ressonâncias, para citar apenas dois dos mais avançados processos de minuciosa investigação científica.
O lançamento do Sputinik pelos russos, no dia 4 de outubro de 1957, representa mais do que o start up da corrida espacial, cuja façanha maior, até agora, foi a chegada do homem à lua. O que pouco se comentou foi justamente a largada para uma avançada tecnologia de ponta, que beneficiou, principalmente, os meios de comunicação. Tendo como grande estrela o mestre Bill Gates, a era da informática trouxe verdadeira revolução, via engenharia aeronáutica, a todos os setores da ciência, como por exemplo a medicina, com suas tomografias e ressonâncias, para citar apenas dois dos mais avançados processos de minuciosa investigação científica.
Afora estações espaciais e instalação de base na lua, o sonho maior de russos e americanos é chegar a Marte. E por que Marte? Segundo convicções cebedistas (do Círculo Branco, ordem secreta espiritualista do Ocidente, com ramificações essênicas), Marte seria o quarto planeta em evolução de nosso sistema, vindo atrás, por ordem decrescente, de Mercúrcio, Vênus e Terra. Simples: qualquer processo evolutivo determina que, quanto mais distante de seu centro (no caso, o centro do sistema, o Sol), menos evoluído o corpo sólido.
Ao opinar que, no caso da Terra, o planeta está mais à frente, em evolução, do que sua humanidade, o cebedismo é taxativo: para chegar a outro planeta, o homem não deve ter apenas capacidade tecnológica, mas evolução em todos os planos, principalmente no espiritual. E mais: segundo reza, um planeta, por mais evoluído que seja, não tem autorização de interferir na vida de outro, porque o processo evolutivo é gradual e inerente a cada comunidade espacial. Ficção?
Nem muito, nem tão pouco. Imaginemos Mr. Bush tendo à mão uma genial tecnologia espacial e uma esquadra de naves poderosas? Nem George Lucas, com sua saga Star War's, ao mostrar Mr. Vader destruindo Alberan com um só disparo, nos emocionaria tanto. Então, perguntar-se-ia: tudo poderá acontecer após um Amargedon purificador, para desenvolvermos, enfim, uma política de boa vizinhança interplanetária? Fim das digressões, estávamos falando do Sputinik, nem sequer passamos pelas Apolos e já estamos pleteiando fazer supermercado em Vênus... E o que virá pela frente, já que o computador, como conhecemos hoje, está quase ultrapassado? Nossos netos dirão...
(*) - Andres Viriato é jornalista.
