segunda-feira, 26 de abril de 2010

As eleições vêm aí...

Sponholz

Ela = Maria Fernanda Cândido

Maria Fernanda Cândido, Paraná, Brasil

images.google

Contra a DILMAZIA, tome ALKA-SERRA!

Este medicamento é contraindicado em casos de suspeita de superfaturamento. Se persistirem os sintomas, o STF deverá ser consultado.



Da série ... o cara é uma anta!




00:06 seg

As eleições vêm aí...

As imagens falam por si...

... aésar de um presiMente, recentemente, falar o contrário!
Aliás, Nunca Antes na História Desse País., alguém tinha  dito isso:



Não fui eu Quem Tirou a fotos!


E efumanteAinda!

 ...




Essa aí de Cima Já vi Minha Irmã fazer igual





Agora, de todas, a mais irresponsável!

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domingo, 25 de abril de 2010

Sob Lula, governo já repassou ...

Por Josias de Souza, em seu nos bastidores do poder

Sob Lula, governo já repassou à UNE R$ 12,9 milhões
Outrora independente, a UNE (União Nacional dos Estudantes) está unida ao governo Lula pelo caixa. Desde 2003, ano em que Lula chegou ao Planalto, o Estado borrifou nas arcas da entidade estudantil R$ 12,9 milhões. A cifra corresponde a onze vezes mais do que a UNE recebera ao longo ao longo das duas gestões de FHC.

Deve-se a revelação aos repórteres Giselle Mourão e Milton Júnior, do sítio Contas Abertas
.
O tônico monetário ajuda a entender a união nacional que os estudantes devotam a Lula. Uma união que não se rompeu nem no final de 2005, período mais crítico da era Lula, marcado pelo escândalo do mensalão.


charge de Duke

Para selar a parceria político-financeira, Lula remeteu ao Congresso projeto propondo o pagamento de indenização à UNE. Uma reparação à brutalidade praticada contra a entidade em 1964, ano em que a ditadura pôs abaixo a sede da UNE, no Rio.

Aprovada na comissão de Assuntos Econômicos, a proposta de Lula aguarda na fila de votação do plenário do Senado. Estima-se que custará ao Tesouro pelo menos R$ 15 milhões.

Mas admite-se que pode chegar a R$ 30 milhões. O dinheiro vai financiar a reconstrução da sede da UNE. Projeto de Oscar Niemeyer. Treze andares. Justo, muito justo, justíssimo. Mas o contribuinte há de perguntar aos seus botões: não dava pra sair mais barato?


Duke

Neste domingo (25), a UNE realiza um encontro no Rio. Vai decidir a posição da entidade na sucessão de Lula. Um pedaço da UNE defende o apoio a Dilma Rousseff, contra José Serra, ex-presidente da entidade. O presidente da UNE, Augusto Chagas, advoga a independência em relação às duas candidaturas. Mas Augusto compara a fase de bonança de Lula ao período de secura de FHC:

“Não queremos retrocesso em determinadas políticas. A possibilidade de a UNE sentar com o presidente da República para apresentar suas pautas é positiva...”

“...Não queremos retroceder a um período que essa capacidade de diálogo não existia”.

É, faz $entido!

Froidisplika

Você pode desconfiar de uma admiração,
mas não de um ódio. O ódio é sempre sincero.
 
(Millor Fernandes)

As eleições vêm aí...

Paixão

Ela "Special"

Joan de Beauvoir de Havilland
Joan Fontaine, Inglaterra

Reformando a sua casa?

Que tal umas estantes com personalidade?


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As eleições vêm aí...


Coisas de ingles!

Um ingles, morador de West Midlands (Inglaterra), decidiu adotar uma medida extrema para escapar da cobrança de uma dívida de cerca de 150 mil reais: cirurgia para mudança de sexo!



A história foi descoberta pela atriz Sarah Thom, que conversava com um sindicato de Wolverhampton para compor uma personagem para peça teatral.

De acordo com o sindicato, o homem completou a mudança de sexo, mas não se livrou do pagamento da dívida, adquirida no cartão de crédito após o inglês perder o emprego.


Globo

Toma sacana ...

A Semana



Paixão

André Marangoni

Amarildo

JBosco

Alaúde

Pelicano

Simanca

Duque

Erasmo



Sponholz


Zope


Fontes acharge

sábado, 24 de abril de 2010

Ela = Ashley Greene


Ashley Greene, Estados Unidos


Transa gramatical

Redação feita por um aluno do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco - (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.


Colaboração de André Carvalho, por e-mail.



Transa Gramatical


Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.



Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.


O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo.



Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.


Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.

É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.


Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.


Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.




Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício.


O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois.

Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

Ciro cansa de apanhar ... e solta a língua

Por Josias de Souza, em seu nos bastidores do poder

Ciro cansa de apanhar na intimidade e solta a língua
Lula agiu com método. Primeiro, borrifou na atmosfera a tese do plebiscito. Depois, isolou o quarteirão de Ciro Gomes. Afastou da vizinhança legendas como PDT e PCdoB, abrigando-as no interior da coligação de Dilma Rousseff.

Em meticulosa operação, Lula empurrou o pseudoaliado do Ceará para São Paulo. Quando parecia domado, Ciro tornou-se arredio. Lula, então, passou a tratá-lo como candidato tóxico. Incumbiu o amigo Eduardo Campos de apagar o pavio de Ciro.
Marcou-se o dia: terça-feira (27). Armou-se o palco: Executiva do PSB. Mas deu chabu. Ciro explodiu antes da data. O ex-presidenciável mandou tudo para os ares numa entrevista ao experimentado repórter Eduardo Oineque.



Os estilhaços foram bem distribuídos. A maioria foi à testa de Lula: “Ele não é Deus”.

"Lula está navegando na maionese. Ele está se sentindo o Todo-Poderoso e acha que vai batizar Dilma presidente da República. Pior: ninguém chega para ele e diz ‘Presidente, tenha calma’."

No melhor estilo Marta ‘Relaxa e Goza’ Suplicy, Ciro conformou-se:
"Tiraram de mim o direito de ser candidato. Mas quer saber? Relaxei. Eles não querem que eu seja candidato? Querem apoiar a Dilma? Que apoiem a Dilma...”

...Estou como a Tereza Batista cansada de guerra. Acompanho o partido. Não vou confrontar o Lula. Não vou confrontar a Dilma".

Em seguida, pôs-se a confrontar:
“Minha sensação agora é que o Serra vai ganhar esta eleição...” “...Dilma é melhor do que o Serra como pessoa. Mas o Serra é mais preparado, mais legítimo, mais capaz...”  "...Mais capaz inclusive de trair o conservadorismo e enfrentar a crise que conheceremos em um ou dois anos”.

Desenhou o desastre:
 "Em 2011 ou 2012, o Brasil vai enfrentar uma crise fiscal, uma crise cambial...” “...Como estamos numa fase econômica e aparentemente boa, a discussão fica escondida. Mas precisa ser feita”.

Indicou ao eleitor um caminho:
 "Como o PT, apoiado pelo PMDB, vai conseguir enfrentar esta crise? Dilma não aguenta. Serra tem mais chances de conseguir”.

Alvejou quem o alveja:
"Sabe os aloprados do PT que tentaram comprar um dossiê contra os tucanos em 2006? Veremos algo assim de novo. Vai ser uma merda”.

Empurrou quem o empurra:
“Não me peçam para ir à televisão declarar o meu voto, que eu não vou. Sei lá. Vai ver viajo, vou virar intelectual. Vou fazer outra coisa".

Falou de si mesmo como quem já enxerga o pretérito passando:
“Não me importava de ser um candidato com 2%, 5%, 10% das intenções de voto...” “...Acho que minha presença nos debates e nos programas de televisão poderia provocar uma discussão no país, uma discussão sobre o futuro do Brasil”.

O Ciro Gomes das últimas semanas não era Ciro Gomes. O Ciro autêntico, o genuíno, o legítimo será conhecido agora. Ao abandonar Ciro na beira da estrada, Lula imaginou que o ex-ministro fosse se dedicar a lamber rapadura. Queria dele humildade.

Mas a humildade é defeito que Ciro prefere se abster de cultivar. De resto, a humilhação olhou para a cara do sertanejo no espelho e aconselhou:

“Seja arrogante! Erga a cabeça! Suba pelas paredes!”

Lula parece não ter se dado conta de que Ciro Gomes era Ciro Gomes.


As eleições vêm aí...

Simanca

As eleições vêm aí...

Humberto / a charge on line

Da série ... o cara é uma anta!




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